quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Paul Waher – Um Evangelho Escandaloso

“Não me envergonho do Evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.” Romanos 1:16
Paulo, na carne, tinha razões para se envergonhar do Evangelho que pregava, porque contradizia tudo o que se cria ser verdadeiro e sagrado entre os seus contemporâneos. Para os judeus, o Evangelho era a pior blasfêmia porque reivindicava que o Nazareno que morreu amaldiçoado no Calvário era o Messias. Para os gregos, era o pior absurdo porque reivindicava que este Messias Judeu era Deus feito carne. Assim, Paulo sabia que quando abrisse a boca para falar o Evangelho, seria completamente rejeitado e ridicularizado, desprezado, a menos que o Espírito Santo interviesse e se movesse nos corações e mentes dos seus ouvintes. Nos nossos dias, o Evangelho primitivo não é menos ultrajante, pois ainda contradiz os princípios, ou os “-ismos”, da cultura contemporânea: o relativismo, o pluralismo e o humanismo.

NÃO É TUDO RELATIVO
Vivemos na era do Relativismo – um sistema de crenças baseado na absoluta certeza de que não há absolutos. Hipocritamente aplaudimos homens que buscam a verdade, mas executamos em praça pública qualquer um que seja arrogante o suficiente para acreditar que a encontrou. Vivemos numa era de trevas auto-impostas, e a razão disso acontecer é clara. O homem natural é uma criatura decaída, é moralmente corrupto, obstinado na sua autonomia (i.e.,no seu auto-governo). Odeia a Deus porque Ele é Justo, e odeia as Suas leis porque censuram e restringem a sua maldade. Ele odeia a verdade porque revela o que ele realmente é. Ele quase acaba com o que ainda permanece na sua consciência. Portanto, o homem decaído busca empurrar a verdade – especialmente a verdade sobre Deus – para o mais longe possível. Ele vai até onde for preciso para suprimir a verdade, mesmo a ponto de fingir que tal coisa não existe ou que, se existe, não pode ser conhecida nem ter alguma coisa a ver com as nossas vidas. Não é Deus que se esconde, é o homem. O problema não é o intelecto, é a vontade. Como um homem que esconde a sua cabeça na areia para evitar o ataque de um rinoceronte, o homem moderno nega a verdade de um Deus justo e os Seus absolutos morais, na esperança de silenciar a sua consciência e de esquecer o julgamento que ele sabe ser inevitável. O Evangelho cristão é um escândalo para o homem e para a sua cultura, porque faz a única coisa que ele mais quer evitar – desperta-o do seu auto-imposto “sono” para a realidade da sua situação decaída, da sua rebelião; chama-o à rejeição da sua autonomia e à submissão a Deus, através do arrependimento e fé em Jesus Cristo.

NÃO ESTÃO TODOS CORRETOS
Vivemos numa era de Pluralismo – um sistema de crenças que põe fim à verdade, declaran do que tudo é verdade, especialmente no que diz respeito à religião. Pode ser difícil para o cristão contemporâneo entender, mas os cristãos que viveram nos primeiros séculos da fé foram marcados e perseguidos como se fossem ateus. A cultura que os envolvia estava imersa em teísmo. O mundo estava cheio de imagens de deuses, a religião era um negócio crescente. Os homens não só toleravam os deuses uns dos outros, como também os trocavam e partilhavam. O mundo religioso ia muito bem até chegarem os cristãos e declararem que “deuses feitos com as mãos não são deuses.” Eles negaram aos Césares as honras que eles exigiam, recusaram dobrar os joelhos aos outros ditos “deuses”, e confessaram Jesus apenas como Senhor de tudo. O mundo inteiro assistiu boquiaberto a tal arrogância e reagiu com fúria contra a intolerável intolerância dos cristãos à tolerância.
Este mesmo cenário abunda no nosso mundo hoje em dia. Contra toda a lógica, dizem-nos que todas as posições em relação à religião e moralidade são verdadeiras, não importa quão radicalmente diferente se contraditórias possam ser. O aspecto mais espantoso de tudo isto é que, através dos incansáveis esforços da mídia e do mundo acadêmico, isto rapidamente se tornou a opinião da maioria. Contudo, o pluralismo não lida com o problema nem cura a maleita. Apenas anestesia o paciente para que já não sinta nem pense mais. O Evangelho é um escândalo porque despertao homem do seu sono e recusa-se a deixá-lo descansar numa base tão ilógica. Força-o a chegar a alguma conclusão – “Até quando vão coxear entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, sigam-no; mas se é Baal, sigam-no.”
O verdadeiro Evangelho é radicalmente exclusivo. Jesus não é “um” caminho, mas “o” caminho.3 E todos os outros caminhos não são o caminho. Se o cristianismo desse mais um pequeno passo que fosse no sentido de um ecumenicalismo mais tolerante, e trocasse o artigo definido “o” pelo artigo indefinido “um”, o escândalo desapareceria; o mundo e o cristianismo podiam ser amigos. Contudo, quando isto acontecer, o cristianismo deixou de ser cristianismo. Cristo é negado e o mundo fica sem Salvador.

O HOMEM NÃO É A MEDIDA
Vivemos numa era de Humanismo. Nas últimas décadas, o homem tem lutado para expurgar Deus da sua consciência e da sua cultura. Derrubou todos os altares visíveis ao “Único Deus Vivo” e ergueu monumentos para si mesmo, com o zelo de um religioso fanático.Fez de si próprio o centro, a medida e o fim de todas as coisas. Louva o seu mérito inato, exige honra à sua auto-estima e promove a sua auto-satisfação e auto-realização como o maior bem. Justifica a sua consciência culpada com os resquícios de uma antiquada religião de culpa. Procura livrar-se de qualquer responsabilidade pelo caos moral que o envolve, culpando a sociedade, ou pelo menos a parte da sociedade que ainda não atingiu o seu nível de entendimento. A mínima sugestão de que a sua consciência pudesse estar certa no seu testemunho contra ele, ou que ele pudesse ser responsável pelas quase infinitas doenças que há no mundo, é impensável. Por este motivo, o Evangelho é um escândalo para o homem decaído, pois expõe a sua ilusão acerca de si mesmo e convence-o da sua situação decaída e da sua culpa. Esta é, essencialmente, a “primeira ação” do Evangelho; é por isso que o mundo detesta tanto a pregação do verdadeiro Evangelho. Arruína a sua festa – estraga prazeres – destrói a sua fantasia e expõe que “o rei vai nu”.
As Escrituras reconhecem que o Evangelho de Jesus Cristo é uma “pedra de tropeço”4 e “loucura” para os homens, em todas as gerações e culturas. Contudo, tentar remover o escândalo da mensagem é invalidar a cruz de Cristo e o seu poder salvador. Temos que entender que o Evangelho não apenas é escandaloso, mas que é suposto que o seja!Através da loucura do Evangelho, Deus destruiu a sabedoria dos sábios, frustrou a inteligência das grandes mentes e abateu o orgulho de todos os homens, para que no fim nenhuma carne se possa gloriar na Sua presença, mas como está escrito: “Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor.”
O Evangelho de Paulo não só contradizia a religião, a filosofia e a cultura dos seus dias, mas declarava-lhes guerra. Recusava tréguas ou tratados com o mundo e satisfazia-se com nada menos do que absoluta rendição da cultura ao senhorio de Jesus Cristo. Fazemos bem em seguir o exemplo de Paulo. Temos que ser cuidadosos para evitar qualquer tentação de conformarmos o nosso Evangelho às modas de hoje ou aos desejos de homens carnais. Não temos o direito de deturpar, de suavizar a sua ofensa nem de civilizar as suas exigências radicais, para o tornarmos mais atraente a um mundo caído ou a carnais membros de igrejas. As nossas igrejas estão cheias de estratégias para serem mais “agradáveis”, pondo o Evangelho noutra embalagem, removendo a pedra de tropeço e amaciando o gume da espada, para ser mais aceitável aos homens carnais. Devemos ser sensível ao que busca, mas devemos perceber que: há só Um que busca e este é Deus. Se nos esforçamos para fazer nossas igrejas e mensagens confortáveis, façamos confortáveis para Ele. Se queremos erguer uma igreja ou ministério, vamos fazê-lo com uma paixão por glorificar a Deus e com um desejo de não ofender a Sua glória. Não importa o que o mundo vai pensar de nós! Não buscamos honras na terra, mas a honra do céu deve ser o nosso desejo.

Por Paul Washer | HeartCry Magazine Nov-Dez 2008, nº59, “AscandalousGospel”, usado com permissão.

Disponível em www.heartcrymissionary.com
Tradução: portal-cristao.blogspot.com
Revisão: voltemosaoevangelho.com

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Basta!!! As vezes é preciso Mudar....




Eh cheguei a uma conclusão meio que não esperava chegar...

Depois de alguns dias com "Gripe" que vem e vai, pude avaliar diversas coisas na minha vida, com elas "certas mudanças"

Como cheguei a uma conclusão dessa? Por que não saro dessa Gripe? Porque sou um cara muito teimoso a tomar remédio (não gosto deles, têm sabores horríveis, causa efeitos colaterais e alguns são caros), hospital publico nem pensar a ideia ja me deixa loco! prefiro sara pela incansável luta do corpo com a doença... e foi daí que cheguei a uma conclusão.

Percebi que algumas coisas "Espirituais" estava me enfraquecendo, me deixando um pouco triste, alguns "erros" que nos distância de Deus... Porem ja não sabia mais como agir.

Hoje decidir quero dar um BASTA a tudo isso.

Como? não sei, porem o primeiro passo foi dado, um BASTA.

Assim como disse, a "gripe" tem uma cura desde que eu me trate e tome remédio. Os nossos "erros" acaba não sendo diferente.

Queremos sempre agir com normalidade a tudo, querendo enfrentar algumas coisas com emoção, ou atitude "Religiosas", porem se não encararmos alguns "erros existenciais" nunca tomaremos um remédio para ser tratados.

e Quando chegamos a um ponto de Arrependimento, inicia-se um tratamento especifico com algumas renuncia e interesses próprios, sempre por parte de egoísmos nossos.

Estive reavaliando algumas posturas e pensamentos a mim contido, algumas opiniões e reflexões, talvez seja a hora de pendurar minha "bermudas" e encarar minha "Calça na Cintura"...

Mas tenho medo que com isso a personalidade do "Dangelis" se perca com o modismo da "Gravata Correta" e meus pensamento de "Criança infanto" morra.

Porem se vê uma necessidade nos fatos....

Duvidas e Quereres, se mistura com desejos de Carne e Alma, com o Pensar e o Agir, e ai vemos a luta da Carne e o Espirito assim como o Apostolo Paulo havia mencionado aos Romanos.

Entramos em uma "paranóia" e "conflito interno" sem saber quais são as melhores escolhas...

Poderia mudar simplesmente, vestir uma capa de santidade, abraçar a uma religiosidade e viver em um padrão correto para muitos "Cristãos"...

Mas essa capas e dogmas não me levam ao um arrependimento genuíno da escolha de uma mudança, e escondemos o que realmente somos para os outros, mas não para Deus.

Sei que dando um "BASTA" hoje, será como os "bastas" que já dei a tantas vezes atrás, porem negar que esse "BASTA" seja dado, seria negar que algo tem que ser mudado.

Vocês podem me chamar de louco, por relatar algo desse nivel no blog, ou ate mesmo quere-lo decifrar os "erros" ou não entender nada...

Porem aquilo que renunciamos perante aos outros tem seu compromisso com mais vigor!

no momento é isso.

No mais, fiquem na Paz

.....

terça-feira, 19 de julho de 2011

Teologia da prosperidade.... Mentira das Américas.!!!




Eu não sei o que você sente em relação à Teologia da Prosperidade, mas eu vou lhe dizer o que eu sinto: ódio!
Isso não é evangelho! E está sendo exportada deste país (EUA) para a Ásia e a África, vendendo um cardápio de benefícios aos mais pobres dos pobres. Eles dizem: “Creia nessa mensagem e seus porcos não irão morrer, e sua esposa não terá abortos, e você terá anéis em seus dedos e casacos nas suas costas”. Isso está saindo da América. Pessoas às quais nós deveríamos dar nosso dinheiro, nosso tempo e nossas vidas, invés de vender a eles um monte de esterco que eles insistem em chamar “evangelho”. E está é a razão pela qual a Teologia da Prosperidade é tão horrenda.Qual foi a última vez na qual um americano, um africano ou um asiático jamais disse que Jesus é totalmente satisfatório por causa da BMW que possuía? Nunca! Eles dirão: “foi Jesus quem te deu isso? Eu aceito esse Jesus!” Isso é IDOLATRIA. Isso não é Evangelho. Isso é colocar os dons acima de quem deu os dons.Eu vou te dizer o que faz Jesus parecer lindo. É quando você bate seu carro e sua filhinha voa através do pára-brisas… e cai morta na rua…e você diz, em meio a mais profunda dor possível: “Deus me é suficiente. Ele é bom, Ele cuidará de nós, Ele irá nos satisfazer, Ele nos fará passar por isso. Ele é nosso TESOURO. A quem tenho eu no céu além de Ti? E na terra, não há nada que eu deseje mais que a Ti. Minha carne e meu coração e minha filhinha desfalecem, mas Tu és a força do meu coração, e a minha porção para sempre.” Isso faz Deus parecer Glorioso. Como Deus. Não como alguém que dá carros, segurança ou saúde.Oh, como eu oro para que Birminghan seja liberto de Teologias que enfatizam a saúde, a riqueza, a prosperidade; de fato, que a América seja liberta. E que a Igreja Cristã seja conhecida por SOFRER por Cristo.Deus é mais glorificado em você quando você está mais satisfeito nele em meio à dor e pobreza, e não em meio à prosperidade.


Jonh Piper

Confira o Video no Youtube

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Evangelizar: é e não é





Evangelizar não é impor a verdade. Não queremos forçar ninguém a aceitar nossa fé. Isso é proselitismo. “Não por força, nem violência, mas pelo Espírito do Senhor” (Zc 4.6)

Evangelizar não é fazer propaganda religiosa. A mensagem do Evangelho não é sustentada por frases de efeitos ou por apelos bonitos por fora, mas irreais por dentro. Não se trata de conseguir o maior número possível de adeptos para nossas igrejas.

Evangelizar não é pedir favores. Ninguém deve ouvir o Evangelho “só para nos agradar” ou para manter a amizade conosco. Ninguém deve nada a nós. A responsabilidade diante do Evangelho é de quem ouve.

Evangelizar é ajudar o outro a atravessar a barreira da falta de fé. Como disse o homem a Jesus: “Senhor, ajuda-me na minha falta de fé” (Mc 9.24). Nos damos as mãos e atravessamos juntos em direção à entrega total ao Senhor da vida.

Evangelizar é ser testemunha das boas novas. Assim Jesus nos identificou em Atos 1.8. Testemunhar é compartilhar, a partir da própria experiência com Deus, o que é o Evangelho.

Evangelizar é viver o Evangelho. Deus nos chama, antes de tudo, para viver o Evangelho, na teoria e na prática (Tg 1.22-27), em todas as dimensões da vida. O Evangelho não vivido é uma farsa; bonito por fora, mas oco por dentro. Não traz credibilidade. É descartável. Como disse João, “quem tem o Filho tem a vida, quem não tem o Filho de Deus não tem a vida” (1 Jo 5.12).

fonte: http://ultimato.com.br/sites/fatosecorrelatos/2011/05/20/evangelizar-e-e-nao-e/

Evangelização no contexto Urbano




"Otima explanação sobre o assunto da Evangelização com Tribos Urbanas, Confira!"


A maioria das 6,6 bilhões de pessoas que existem no mundo moram em cidades e a empreitada evangelística tem mudado de formato, com um foco nos grandes centros urbanos e suas problemáticas, como habitação precária, violência, degradação, segurança alimentar, miséria, corrupção e concentração de renda.

Uma característica marcante dos povos das cidades é a tribalização, que surge para suprir uma necessidade humana básica — a de viver em comunidade, fugindo da despersonalização. Assim, as pessoas se organizam em tribos, em sua maioria de contracultura: hippies, punks, skatistas, grafiteiros e outros. Esses movimentos, além de um gosto por algo em comum, como esporte, música ou insatisfação com as culturas opressoras do mundo, questionam os padrões estabelecidos, sejam eles religiosos, políticos, familiares, locais ou globais. Militam contra o consumismo, a alienação, a cultura de massa e a concentração de renda. Valorizam a sustentabilidade, a justiça e a busca pelo transcendente.

A evangelização das tribos urbanas não se dá no confronto, mas na identificação, na valorização do que é belo naquela subcultura. O esforço deve ser o de encontrar os valores do reino de Deus nos traços culturais. Certo missionário, que trabalhava com uma comunidade punk, passou anos evangelizando em um prédio invadido, sem muito êxito. Um dia, seu rato de estimação morreu e ele convidou todos os punks para o velório. Durante a cerimônia, discursou sobre a morte e o sentido da vida e falou que Cristo também não se enquadrava nos moldes de sua era: confrontava os governantes corruptos e não tinha medo de falar a verdade. Os punks adotaram Jesus Cristo como novo líder do movimento e hoje formam uma comunidade cristã punk.

Ao longo desses anos percebi que eles não têm aversão a Deus, mas às igrejas e seus féis. Eles costumam ter uma imagem negativa do que é ser um cristão. Porém, quando percebem que estão em um ambiente que não lembra a igreja nem os crentes clássicos, se sentem mais abertos e à vontade para ouvir e falar sobre Deus. Temos incorporado isso em nosso trabalho. Pastoreei uma igreja em que púlpito é feito de caixotes de feira, os bancos feitos de pneu e os instrumentos musicais feitos de lixo. A falta de recursos não é empecilho — o segredo é tirar água da pedra. O número de travestis, metaleiros, e toda sorte de sobreviventes do submundo que já passaram por alguma igreja é altíssimo. Então, todo trabalho consiste em re-evangelizar, de forma que Cristo seja apresentado, dessa vez como amigo.

Não há nada de errado em questionar os paradigmas da sociedade; na verdade, é um chamado profético e divino. Esse olhar crítico das tribos é algo que devemos ter humildade para aprender — talvez esses movimentos contestatórios surjam porque a maioria de nós, cristãos, temos nos eximido de nossa vocação protestante.

Muitos pensam que nosso papel deveria ser reprimir a chamada “vida alternativa” para que eles assumam seu lugar na engrenagem do sistema e se tornem uma vaquinha de presépio; porém, na verdade, o que devemos querer é que a cosmovisão deles tenha Cristo no centro.

Que estejamos dispostos a negociar e abandonar de vez alguns conceitos, não os valores e princípios do evangelho de Jesus Cristo, mas o nosso etnocentrismo.

escrito por: Eric Rodrigues, missionário biocupacional da Missão Avalanche
Site: http://ultimato.com.br/sites/jovem/